Você Sabia  

COMO É UMA CONVERSÃO PARA O GNV

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Redutor
Tem a função de reduzir e estabilizar a pressão do reservatório, sensível às solicitações do motor, fornece a quantidade de gás necessária para atender todos os regimes de trabalho.
O Redutor é dotado de um sistema de segurança que impede que a pressão interna ultrapasse o limite de resistência da carcaça.

- pressão de trabalho: entrada: 200 Bar / saída: 1 Bar
- pressão de ensaio: 800 Bar
- alimentação: 12 vcc
- vazão máx.: 30 Nm³/h

Misturador

Desenvolvido para cada cilindrada de motor, promove a homogenização da mistura do ar aspirado pelo motor com o gás proviniente do Redutor.

Atuador

Instalado entre o Redutor e o Misturador e controlado pelo M.E.C.G., executa as correções necessárias na mistura (ar/gás).

Módulo Eletrônico para Controle de Gás
(M.E.C.G.)

Tem como função corrigir a mistura ar/gás. Para tanto, processa as informações geradas pelo sensor de borboleta (TPS) e pelo sensor de oxigênio. Controlando o atuador, realiza o enriquecimento ou empobrecimento da mistura em busca da mistura estequiométrica.
O M.E.C.G. gera ainda sinal simulado para o computador original do veículo para que este se mantenha nos parâmetros originais de trabalho enquanto o veículo é operado no gás. - alimentação: 12 v.c.c.

Simulador de Bico

Este dispositivo foi integrado ao kit com a função específica de enviar ao módulo original do carro um sinal simulado do funcionamento dos bicos injetores.

Chave Comutadora

Permite a conversão gasolina/gás e vice-versa, podendo indicar a pressão do gás no reservatório. Como medida de segurança, após 3 seg., corta o fornecimento de gás quando o motor "morre" ou não é dada a partida após a chave de ignição ter sido parcialmente virada.



(Fonte: Rodagás)

Fale Grátis do Orelhão da Telemar

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Procedimentos de segurança para o uso do gás natural veicular (GNV)

CUIDADOS COM A CONVERSÃO

. Só converta seu carro em oficina homologada pelo Inmetro.
. Exija da convertedora, a nota fiscal e o Certificado de Homologação do Inmetro, para fazer o registro de conversão do Detran.
. Faça as revisões periódicas do kit e cilindro só em convertedoras homologadas pelo Inmetro.
. Não aceite peças usadas, cilindro recondicionado ou de procedência desconhecida e tubos de cobre. Na instalação, exija tubos de aço.

CUIDADOS COM O CILINDRO

. Os cilindros devem ser sempre de aço especial, de alta resistência para GNV (NBR- 12790 ou ISO 4705) e devem ser fixados com suportes adequados.
. Não permita, jamais, soldas nos cilindros, pois este será um ponto sem resistência, com sérios riscos de ruptura e vazamento do combustível.

Atenção:

De acordo com o engenheiro Ítalo Domenico Oliveto, do Inmetro, os novos selos para cilindros de GNV garantem ao consumidor que o produto foi avaliado dentro de rígidas normas técnicas de segurança. "O cilindro é a parte mais sensível da instalação de GNV. A segurança é fundamental nessa peça porque ali o gás fica armazenado a alta pressão", explica Oliveto. O cilindro é um produto de certificação compulsória e, desde 1º de dezembro/2004, tanto o novo quanto o requalificado deverão ter obrigatoriamente os novos selos do Inmetro.

Para os cilindros novos, o selo tem coloração verde e deverá trazer, entre outras informações, o nome do fabricante. Para os cilindros requalificados, o selo tem a coloração lilás e deverá trazer os dados da empresa que fez o serviço.

 É importante lembrar que os cilindros de aço usados, com mais de cinco anos de uso, devem ser requalificados em oficinas certificadas por entidades credenciadas pelo Inmetro. 

* Cilindro vencido não faz vistoria.

 

CUIDADOS NO ABASTECIMENTO

. Ao abastecer, desligue o motor, o rádio e o telefone celular.
. Apague os faróis.
. Freie o seu veículo.
. Não fume.
. O motorista e os passageiros devem sair do carro.
. Exija que o veículo seja sempre aterrado. . Certifique-se de que a mangueira de abastecimento de GNV foi desconectada antes de arrancar.

PRESSÃO DE ABASTECIMENTO

. Não deve, nunca, ultrapassar 220 kgf/cm2.
. O kit e cilindros são dimensionados para 220 kgf/cm2 de pressão máxima.
Pressões acima desse limite podem causar vazamentos no sistema, diminuindo a vida útil do seu equipamento e correndo o risco de provocar acidentes.

CUIDADOS GERAIS


.Todos os serviços a serem feitos no kit e cilindros de gás natural deverão ser sempre feitos em oficinas homologada pelo Inmetro.
. Não tente você mesmo consertar os pequenos defeitos.
Procure a convertedora.
. Não confunda Gás Natural Veicular (GNV) com o gás de cozinha (GLP).
. Jamais use o botijão de GLP no seu veículo.
. Seja um fiscal do Programa de GNV, denunciando os clandestinos para preservar a segurança de todos.
. Não rode com qualquer tipo de vazamento. Assim que notar algo suspeito, procure a assistência técnica.
. Não permita que curiosos mexam na regulagem do carro.
Em caso de mau funcionamento, verifique se o filtro de ar, as velas ou qualquer outra parte da ignição estão sujos ou precisando de reposição.

Alguns itens dos carros convertidos a Gás Natural Veicular (GNV) como as velas, cabos e bomba de combustível precisam de cuidados específicos para não comprometerem a durabilidade desses motores. Isso ocorre porque o GNV tem características de combustão diferente da gasolina e do álcool. Sua mistura de ar-combustível é mais pobre e gera um aumento de tensão em todo sistema de ignição, em até 20%.

Há hoje no mercado produtos específicos para os carros convertidos, capazes de suportar a alta tensão dos motores a GNV, especialmente desenvolvidos para melhorar a performance de ignição do veículo e garantir maior durabilidade.

São produtos como os cabos da linha Gas Line e as velas de ignição Super Plus da Bosch. Os cabos – 100% de silicone – possuem conectores e vedações dimensionadas para operarem em condições de altas temperaturas e tensões elevadas, por um longo período de tempo. Já as velas Super Plus resultam em partidas e respostas mais rápidas.

Outra dica importante é a utilização, esporádica, dos combustíveis gasolina e/ou álcool para evitar formação de depósitos na bomba de combustível que podem prejudicar o funcionamento de todo sistema de injeção.

As peças em contato direto com o combustível líquido - como a bomba, o regulador de pressão e a válvula de injeção - são itens que também precisam de atenção especial. Segundo  especialistas, a bomba de combustível deve ser desativada pelo sistema de conversão quando o veículo estiver funcionando apenas com o GNV. Essa prática evita o superaquecimento da bomba e também evita que as mangueiras de combustível ressequem.

A Bosch recomenda que a revisão preventiva dos veículos convertidos seja feita a cada 15 mil quilômetros ou a cada 12 meses para garantir o bom funcionamento do kit de conversão, assim como dos demais componentes do motor.

(Fonte: CTGÁS/BR Distribuidora e diversas outras)

ÓLEOS LUBRIFICANTES USADOS OU CONTAMINADOS

PERGUNTAS E RESPOSTAS:

- Queimar, ou jogar fora, óleo lubrificante usado é crime?


- Sim, é crime utilizar lubrificante usado, o denominado "óleo queimado" como combustível ou despejá-lo fora em terras ou águas. Há enquadramento previsto na Lei 9.605/98, que trata dos crimes ambientais, em seus artigos 54 e 56, bem como no Decreto 3.179/99 que regulamentou a referida Lei. Queimar ou jogar fora também expõe quem o faz às cominações previstas na Resolução CONAMA nº 9/93 e Portaria ANP nº 127/99. É igualmente crime, previsto nos artigos da Lei antes mencionada, comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar, ter em depósito ou usar óleos lubrificantes usados ou contaminados em desacordo com as exigências estabelecidas na Resolução CONAMA 0/93 e Portaria ANP nº 127/99.

Onde devo trocar o óleo lubrificante do meu veículo?

- A troca de óleos lubrificantes em veículos automotores deve ser feita preferencialmente nos Postos de Serviço, pois estes possuem instalações adequadas à troca e estocagem do óleo usado, sendo fiscalizados pelos órgãos de proteção ambiental. A troca também pode ser feita em oficinas especializadas, ou nas revendas autorizadas de veículos, desde que existam condições para fazer a troca com segurança e guardar em depósitos o lubrificante velho.

E o óleo lubrificante que compro no supermercado?

- Supermercados e lojas de autopeças que comercializam óleos lubrificantes são obrigados a realizar a troca, ou diretamente ou através de convênio com Posto de Serviços localizado nas redondezas. Se não cumprirem estas disposições legais, devem entregar, gratuitamente, para o adquirente do óleo lubrificante novo, um vasilhame seguro para recolher o lubrificante usado, o qual deve ser encaminhado a um local de coleta como, por exemplo, um Posto de Serviços.

Sou agricultor, não posso levar minha colheitadeira ou trator até um Posto de Serviços. Como procedo, então?

- A troca dos óleos lubrificantes em tratores, colheitadeiras e outros equipamentos agrícolas deve ser realizada com muito cuidado, para que não ocorra nenhum vazamento. Pode ser feita no galpão, ou na própria lavoura quando imperativo, recolhendo-se os óleos velhos e guardando-os em tambores, onde estavam originalmente embalados. Os tambores devem ficar em local coberto, sem contato direto com o chão, com os bujões fechados, e seu conteúdo pode ser encaminhado para um Posto de Serviços ou, então, entregue para um Coletor autorizado. A regra geral, a ser observada, é não deixar que nenhuma quantidade, nenhuma gota, caia no solo.

O que faço com os lubrificantes usados ou contaminados gerados na minha indústria?

- Além de adotar todos os cuidados para a preservação ambiental, quando da troca e estocagem dos óleos usados, os mesmos devem ser separados por tipos: hidráulicos, transmissão, isolantes, etc. Podem ser guardados em tambores ou tanques, longe de fontes de calor, em local abrigado e de fácil acesso, até a retirada, que só pode ser feita por um Coletor Autorizado. Jamais devem ser misturados a solventes, principalmente os clorados, ou com emulsões oleosas ou produtos químicos diversos. Convém lembrar que a queima ou o descarte dos mesmos é expressamente proibido, e pode gerar muitas incomodações através de multas e processos de crime ambiental. -

Tenho frota de veículos, e faço a troca de óleo dos mesmos. Como devo agir?

- Empresas de transporte, frotas de táxi, Prefeituras e outras atividades que realizam a troca de óleo de seus veículos e equipamentos, devem agir da mesma forma que os outros geradores de lubrificantes usados: troca e estocagem cuidadosas, com alienação para Coletor Autorizado.

Tenho um Posto de Serviços. Quais os riscos que corro entregando o óleo usado para fundição ou coletor não autorizado pela ANP?

- A sua responsabilidade, pelo mau emprego do óleo usado, permanece mesmo depois dele ser retirado do seu Posto. Se ele for despejado fora, ou queimado em maçaricos de fundição, e houver denúncia ou a descoberta de tais crimes ambientais, os processos decorrentes atingirão os proprietários e responsáveis pelo Posto que fez a entrega do óleo para quem não possui autorização. A incomodação é grande: Órgãos Ambientais Estaduais e Municipais, Promotoria Pública, ANP, Polícia, IBAMA, além de caracterizar possível crime de sonegação fiscal pois a saída de óleo usado só é isenta de ICMS se realizada para rerrefinador ou Coletor Autorizado.

Quem pode coletar e transportar lubrificantes usados?

- Somente quem possui registro como Coletor de Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados expedido pela Agência Nacional do Petróleo - ANP, e licença para transporte de produtos perigosos dado pelo órgão ambiental estadual. Não basta apresentar apenas a licença do órgão estadual: é absolutamente necessária o registro federal, concedido pela ANP - Agência Nacional do Petróleo. É importante salientar que todo o veículo coletor de óleo lubrificante usado deve ter, nas laterais e parte traseira do tanque, os seguintes dizeres: ÓLEO LUBRIFICANTE USADO - COLETOR AUTORIZADO ANP Nº (número igual ao constante no registro apresentado).

Quais os documentos que devo exigir de um Coletor Autorizado?

- Além de apresentar a licença do órgão ambiental estadual e o registro de Coletor da Agência Nacional do Petróleo - ANP, o coletor de óleo lubrificante usado deverá preencher, a cada retirada de óleo, o Certificado de Coleta de Óleo Usado, nos moldes previstos na Portaria nº 127/99 da ANP (ver Modelo do Certificado em Portaria ANP 127/99), deixando a segunda via com o gerador do óleo, de acordo com disposições do Convênio ICMS 38/00, instrumento que atribui ao Certificado o mesmo valor da Nota Fiscal. Tal documento comprova, para a fiscalização, a correta destinação do óleo usado, e deve ser arquivado à parte, juntamente com as Notas Fiscais de compra do óleo lubrificante novo.

Incide ICMS nas operações com óleos lubrificantes usados?

- Se a alienação do óleo lubrificante usado ou contaminado for feita para um Coletor, devidamente autorizado pela ANP - Agência Nacional do Petróleo, a operação é isenta de ICMS, mesmo em operações interestaduais, por força do Acordo CONFAZ 03, de 30 de maio de 1990, que vem sendo sucessivamente prorrogado desde então (ver inciso IV do Convênio ICMS 5/99). Depreende-se, portanto, que a alienação feita para quem não possui a autorização de coleta da ANP está sujeita ao ICMS. Como tais operações, clandestinas e ilegais, são feitas sem a cobertura da Nota Fiscal, os participantes da operação, além de incorrerem em crime ambiental, também cometem crime de sonegação fiscal.

Qual o consumo de óleos lubrificantes no Brasil?

- O consumo médio anual de óleos lubrificantes no Brasil tem sido de 900.000.000 (novecentos milhões de litros), englobando todos os tipos automotivos e industriais.

Qual a quantidade de lubrificante usado recolhido legalmente?

- Infelizmente a quantidade de lubrificantes usados coletada de acordo com o que manda a legislação é ainda pequena: 150.000.000 (cento e cinqüenta milhões) de litros por ano.

Qual a quantidade que deveria estar sendo coletada?

- Estima-se que deveriam ser coletados, no mínimo, 350.000.000 (trezentos e cinqüenta milhões) de litros por ano. A diferença dos 900.000.000 consumidos corresponderia a perdas durante o uso. Há quem afirme, no entanto, que deveria ser coletada a metade do consumo, ou 450.000.000 (quatrocentos e cinqüenta milhões) de litros por ano.

E o que não está sendo coletado, para onde vai?

- O que não está sendo coletado, e que corresponde a no mínimo 200.000.000 (duzentos milhões) de litros por ano, ou seja, quantidade igual a duas vezes e meia àquela que o navio Exxon Valdez derramou nas costas do Alasca há um pouco mais de dez anos, está poluindo o nosso solo, as águas e o ar. Note-se que tal quantidade corresponde a apenas um ano. É uma poluição esparramada, um pouco em cada lugar, em todos os dias do ano, mas nem por isso menos grave.

O que fazer para melhorar o desempenho da coleta?

- Todos podem contribuir positivamente. Você já fez muito, lendo o presente texto até aqui, e assim tomando conhecimento acerca desta triste e perigosa realidade. Seja qual for a sua atividade profissional, será muito difícil inexistir a presença de lubrificantes usados originados nela. E, mesmo que ela não gere óleos usados, o seu carro, ou o ônibus que você utiliza, com certeza sim. A resposta é fácil: cumprir a legislação ambiental, impedindo o descarte ou a queima dos óleos usados, que devem ser encaminhados para um Coletor Autorizado. Pergunte o que fazem com os óleos usados de sua empresa ou atividade produtiva. Se não for o que está previsto na Lei, veicule as presentes informações.
A maioria dos que desencaminham os óleos usados desconhece que são produtos tóxicos e o perigo que eles representam, bem como a existência de pesadas sanções para quem descumpre a legislação pertinente.

Muito obrigado por sua atenção.

Observação: matéria cedida e autorizada a publicação por: INDÚSTRIA PETROQUÍMICA DO SUL LTDA
Av. Arno da Silva Feijó nº 2777 - Distrito Industrial - Alvorada - RS - Brasil Caixa Postal 69 - CEP 94834-500
Fone: (0xx51) 489.1466 - Fax: (0xx51) 489.1397 E-mail: petroquimica@petroquimicasul.com.br

Curiosidades

Que somos o sétimo país do mundo em número de computadores e o maior mercado mundial de informática?

Que o Brasil está colocado em nono lugar entre os países que mais usam a Internet, com 10,9 milhões de pessoas, depois dos EUA, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, China, Canadá, Coréia do Sul e Itália?

Que os países do norte não podem ensinar aos países do sul como cuidar de suas florestas porque, na Europa, por exemplo, restam somente 2% das florestas nativas, enquanto a América Latina possui 59%?

Que os maiores responsáveis pelo aquecimento da terra são os EUA, a União Européia e a Rússia?

Que estes países emitiram, respectivamente, 186,1, 127,8 e 68,4 bilhões de toneladas de gás carbônico?

E que o Brasil, com 6,6 bilhões de emissão no mesmo período, apresenta níveis correspondentes a menos de 4% do total norte-americano? E que é essa gente que grita contra o Brasil?

Que o Brasil possui a oitava frota mundial de veículos, inferior somente à dos EUA, Japão, Alemanha, Itália, França e Grã-Bretanha?

Que somos, em termos de produtos manufaturados, o segundo fabricante mundial de revestimentos de cerâmica e de compressores para refrigeração?

O quarto de cerveja?

O quinto de gasolina e rádio?

O sexto de cigarros e CDs?

O sétimo de geladeiras, têxteis e confecções?

E o oitavo de papelão ondulado, produtos químicos e alimentos preparados?

Que 70% das exportações são de produtos manufaturados?

Que a Petrobrás, com tecnologia nacional, é dona do recorde mundial na extração de petróleo em águas profundas, com uma profundidade de 1.700 metros?

O Brasil ocupa a primeira posição no mundo em rebanho bovino; produção de café, cana de açúcar, fruta e laranja; é também o maior usuário, na América Latina, da Internet;

É o segundo produtor, no mundo, de minerais de ferro, feijão, mandioca, soja e carne bovina; cerâmica para revestimentos, compressores para refrigeração; jeans; produtor e exportador de frango; é também o maior mercado de jatos executivos, helicópteros, aparelhos de fax, biscoitos e analgésicos;

Terceiro produtor de açúcar refinado e milho; fabricante de aviões para vôos regionais e treinamento; refrigerantes; maior mercado de franquias; motocicletas;

Quarto produtor de grãos, cacau, e cerveja; produtor e exportador de carne suína; maior mercado de informática, de "shopping centers", geladeiras, congeladores e máquinas de lavar roupa; em número de emissoras de televisão;

Quinto país em superfície e população; fabricante de gasolina; rádios; produtor de manganês; mercado fonográfico; maior mercado consumidor;

Sexto produtor de leite de vaca, ligas de ferro, ferro-gusa, alumínio primário, cimento; maior mercado de CDs musicais; reserva de mineral de ferro;

Sétimo produtor de ouro, celulose, e ovos; fabricante de têxteis e confecções; em número de computadores e de aparelhos de televisão; maior frota de helicópteros e veículos;

Oitavo produtor de algodão, arroz, aço bruto e estanho; fabricante de papelão ondulado, produtos químicos e alimentos preparados; em número de cartões de crédito;

Nono fabricante de veículos e usuário da Internet;

Décimo na indústria em geral; produtor de energia elétrica;

Décimo-segundo fabricante de lubrificantes;

Décimo-quarto produtor de níquel;

Décimo-sétimo produtor de zinco;

Décimo-oitavo produtor de petróleo bruto e de cobre.

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