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Informações
Úteis
Com o crescimento acelerado
da demanda e em função do tempo necessário para
a construção de um posto de GNV ser de
aproximadamente 1 ano ( entre identificação da
rede de gasoduto, do posto, negociações,
projetos, aprovações e obras), a oferta ainda se
revela insuficiente.
Excetuando o Rio de
Janeiro, que possui a maior rede do Brasil (
encerrou o ano de 2000 com 62 postos ), em
algumas cidades ainda se leva mais de uma hora
para o abastecimento. Todavia, a economia gerada
compensa este tempo de espera e o número de
conversões continua crescendo ( No Rio de
Janeiro gira em torno de 2,3 mil por mês
).
Através de investimentos
das distribuidoras de combustíveis ( para
implantar o GNV em cada posto de abastecimento
já existente custa aproximadamente US$ 350.000
dólares ), foi criada uma ampla rede de postos,
passando de 2 no final de 2001para
aproximadamente 100 em 2000.
INSTALAÇÕES DE POSTOS DE
ABASTECIMENTO
O posto de abstecimento de
GMV, que pode ser alimentado por gasoduto ou
conjunto móvel de GMV, que é composto das
seguintes instalações:
- Estação de medição e
totalização de gás ( para postos alimentados por
gasoduto ) e equipada com indicadores de
pressão, válvulas de fechamento rápido, filtros
para retenção de impurezas e
medidores;
- Conjunto de filtragem e
secagem do gás, para retenção de impurezas e
retirada de umidade;
- Área de compressão,
composta de um ou mais compressores, conforme a
capacidade do posto;
- Estocagem de
abastecimento rápido, por
equalização;
- Tubulação paracondução do
gás às diversas instalações;
- Instalações Elétricas;
- Área de Abastecimento;
- Área de Carregamento (
quando previsto );
O local a ser utilizado
para instalação de um posto de abastecimento de
GMV deve ser submetido aos órgãos competentes
para aprovação. O projeto para construção do
posto, deve ser encaminhado ao órgão competente
para aprovação. Cabe a este a liberação para
operação e inspeções periódicas.
Os fabricantes de
equipamentos, materiais e demais componentes a
serem empregados devem ser qualificados por
órgãos competentes ou entidades credenciadas.
Deve ser consultada a empresa distribuidora de
gás, objetivando a efetivação de ligação do gás
e a coleta de informações necessárias ao
desenvolvimento do projeto do posto de
abastecimento de GMV, tais como pressão
disponível, características do gás e da estação
de medição. Deve ser consultada a concessionária
de energia elétrica da localidade, de modo que o
projeto seja executado em conformidade com os
padrões já existentes, visando a aprovação
deste. Placas anunciadoras devem ser instaladas
em locais visíveis, conforme indicado na tabela
a seguir:
- Local de
Legenda;
- Área de abastecimento
;
- Proibido abastecimento
por pessoas não autorizadas;
- Proibido
fumar;
- Proibido abrir chama
Unidade de Compressão;
- Perigo, gás a alta
pressão;
- Proibido acesso a pessoas
estranhas;
- Cuidado, partida
automática ( quando necessário ), em áreas
comuns;
Devem ser observados ainda,
todos os itens da Norma NBR 12.236 ( Fev / 94 )
" Critérios de Projeto, Montagem e Operação de
Postos de gás Combustível Comprimido
".
OS COMPONENTES DOS KITS DE
CONVERSÃO PODEM VARIAR DE FABRICANTE E
INSTALADOR, MAS NORMALMENTE SÃO COMPOSTOS
DE:
1. Válvula de
Abastecimento, Multi-válvula com dispositivo de
abastecimento, fechamento rápido e retenção do
gás armazenado nos cilindros, montada na válvula
de registro,utilizada para o reabastecimento do
cilindro.
2. Cilindros de
Armazenamento, Armazenam o gás natural
comprimido ( GNC ) sendo fabricado a partir de
tubos de aço sem costura, ou por embutimento em
chapa plana. São utilizados materiais como aço
médio manganês ou aço-cromo molibdênio e são
confeccionados para uma pressão de trabalho de
200 kgf / cm² a 250 kgf / cm². O mesmo é fixado
através de suporte composto de duas partes: o
corpo fixado diretamente na carroceria do
veículo e as cintas móveis, que fixam o cilindro
no corpo do suporte especificado conforme ISO
4705-D à Material conforme a AISI 4130-Cromo
Molibdênio à
- Tratamento Térmico:
revenido e temperado
- Pressão de trabalho: 200
kgf /cm² a 210 kgf / cm²
- Pressão de ruptura; 500
/600 bar ;
- Espessura da parede: 7 mm
( mínimo )
3. TUBULAÇÃO DE GÁS DE
ALTA PRESSÃO, fabricada a partir de tubos de
aço trefilados sem costura, com espessura de
parede compatível com a pressão de trabalho de
220 kgf / cm², podendo ser de aço inoxidável ou
aço carbono com tratamento superficial.
Transporta o gás dos cilindros de armazenamento
para o redutor de pressão.
Pressão de Trabalho: 250 /
300 bar
Pressão de ruptura 800 /900
bar
Material: Aço com diâmetro
externo de 6 mm e diâmetro interno de 4
mm;
REDUTOR DE
PRESSÃO
Localizado no compartimento
do motor, recebe o gás do cilindro em alta
pressão, fazendo-o passar por três estágios de
redução: O gás ( GMV ) chega ao primeiro estágio
do redutor de pressão com 200 bar, onde a
pressão é reduzida para 4 bar e em seguida passa
para o segundo estágio reduzindo-a para 1,5 bar,
mantendo esta pressão positiva na marcha lenta;
finalmente chega ao terceiro estágio passando
para a pressão atmosférica.
No redutor de pressão estão
localizadas as válvulas de regulagem de marcha
lenta, intermediária e solenóide que interrompe
a passagem de gás ( GMV ) quando o motor não
estiver em funcionamento ou funcionando com
combustível líquido e sensor de pressão ligado
diretamente à linha de alta pressão, que permite
a leitura da quantidade de gás existente no
reservatório, através do mesmo indicador da
quantidade de gasolina ou álcool ( original de
fábrica ) utililizado.
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
Pressão máxima de teste:
300 bar ( na entrada ) ;
Pressão máxima de trabalho:
220 bar ( na entrada );
Temperatura de uso: -40º C
/ 130º C;
Alimentação: 12 Volts
/CC;
Potência da Bobina de alta
pressão: 20 watts
Potência da Bobina de
marcha lenta: 12 Watts com dspositivo de partida
eletrônica de marcha lenta com pressão
positiva.
5. VÁLVULAS DE CORTE DE
COMBUSTÍVEL, ACIONADAS ELETRICAMENTE -
comandam a passagem de combustível ( líquido
ou gasoso ) para o motor. A de líquido é provida
de dispositivo de abertura manual em caso de
falha no sistema elétrico do kit.
6. CHAVE COMUTADORA DE
COMBUSTÍVEL - comanda eletricamente as
eletro-válvulas de combustível ( gás / líquido
), controlando a passagem de um combustível para
outro de dentro do veículo.
7. AVANÇO ELETRÔNICO DE
CENTELHA ( OPCIONAL ) - Processa informações
recebidas da unidade de comando da ignição
eletrônica, adequando o ponto de ignição em
função da rotação, compensando as perdas
decorrentes da diferença de velocidade de
propagação de chama entre os dois
combustíveis.
8. INJETORES / DOSADORES
/ MISTURADORES DE GÁS - controlam a
quantidade de gás para dentro do motor,
estabelecendo relação ar / combustível mais
próxima da ideal, podendo ser, de acordo com seu
projeto, de concepção simples ( misturadores )
ou envolvendo eletrônica embarcada ( injeção
direta ).
9. VÁLVULA DE CABEÇA DE
CILINDRO - utilizada para isolar o gás no
cilindro, bloqueando a passagem de gás para a
alimentação do motor e, ao mesmo tempo, servindo
como válvula de segurança, caso a pressão no
interior do cilindro ultrapasse 300 kgf /cm². A
temperatura de fusão do selo é da ordem de 100º
C.
10. MOSTRADOR DA
QUANTIDADE DE COMBUSTÍVEL( OPCIONAL ) -
Indica a quantidade de gás natural disponível
para o uso.
OUTROS DADOS
MOTOR DE PASSO -
montado na saída do redutor de pressão, é
responsável pelo ajuste fino de gás no sistema
de alimentação do motor. É controlado pela
unidade eletrônica através do sinal da sonda
"LAMBDA", mantendo a relação Ar / Combustível
correta, nas condições de regime e carga do
motor.
MISTURADOR - montado
no duto flexível de ligação do corpo da
borboleta da injeção ao filtro de ar, controla a
quantidade de gás injetada ou aspirada pelo
motor
MANGUEIRA DE BAIXA
PRESSÃO - montada entre o motor de passo e o
misturador de gás, sua função é conduzir o gás,
quando injetado ou aspirada pelo
motor.
MÓDULOS DE CONTROLE
ELETRÔNICO - controlam o motor de passo
através do sinal enviado pela sonda "LAMBDA". O
avanço ideal de ignição, de acordo com as
condições exigidas pelo motor e a intgerrupção
das válvulas injetoras de
combustível.
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